quarta-feira, 3 de agosto de 2011

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Adobe Edge – Ferramenta de desenvolvimento em HTML5

Adobe Edge – Ferramenta de desenvolvimento em HTML5

Adobe Edge – Ferramenta de desenvolvimento em HTML5






Adobe acaba de lançar (gratuitamente) a ferramenta de desenvolvimento de conteúdo Web em HTML5 chamada Edge. Vocês estão considerando seu uso no desenvolvimento de conteúdo pra #EaD ?
Seria essa mais uma indicação da direção da Web rumo à padrões mais abertos?


Tutor EaD: Reflexões para o I Seminário Nacional de Tutores -...


"Todos nós que participamos da educação a distância (ead) estamos co-construindo as definições que esse setor estabelece. Aqui no Brasil o ..."

Leia mais no link acima (é importante!!!)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Tutor EaD: ANATED consegue liminar para cessar campanha pejor...


Nossa missão é elevar a qualidade da educação, por meio da ação direta do tutor, na qual temos a certeza que a excelência deste processo passa por nossas mãos. Mas, antes disso, temos que estar em defesa da educação a distância e de todos que nela laboram e se dedicam, fazendo o seu melhor, em especial, os nossos alunos, que neste caso, estavam sendo muito prejudicados. Porém, não é o simples defender por defender e ponto final! Quando se pensa desta forma, inevitavelmente caímos em deslizes, sem que percebamos as falhas e fragilidades que muitas vezes está a um palmo do nosso nariz, sem sequer percebemos.

Afirmamos isso porque queremos estar lado a lado das instituições que apresentem, de maneira séria, consistente e responsável, propostas de melhorias para o nosso sistema educacional, seja ele presencial ou a distância. Mas você deve estar se perguntando agora: aonde estamos querendo chegar?  E a resposta é simples: na campanha promovida pelo conjunto CFESS, cujo slogan é “Educação não é fast-food – Diga não à graduação em serviço social a distância”. Muito bem, sobre este assunto a ANATED já conseguiu uma liminar na Justiça Federal, deferida no último dia 28/07, que determinou a cessação e o recolhimento de todo material promocional e que deverá ser cumprida nos próximos dias.

Excessos a parte da referida campanha (entende-se por excessos: vídeos, material gráfico e spot de rádio com falsas informações), se fizermos uma análise de alguns dos pareceres técnicos emitidos pelo CFESS, veremos que existem críticas construtivas que devem ser acolhidas pelos órgãos fiscalizadores (Secretaria de Regulação e Supervisão do Ensino Superior) e pelas demais entidades ligadas ao setor. Inclusive, algumas delas favorecem a nós próprios, os tutores, que merecem mais respeito no exercício de suas funções. Porém, o que jamais iremos aceitar é que alguém, seja quem for, se utilize de maneira escarnecedora, que segundo o dicionário significa ridicularizar, zombar, mofar, fazer pouco de tutores (profissionais em geral da EaD) e alunos, pelo simples fato de "querer chamar a atenção" para o problema educacional brasileiro. Ora, porque não falar do todo, ao invés de apenas boicotar a EaD? Problemas existem em todos os lugares, mas, francamente, você acha esse "excesso" responsável e correto, ainda mais partindo dessa entidade? Veja como entendeu o juiz federal, da 8ª Vara da Subseção Judiciária em Campinas, que apreciou o pedido liminar formulado pela ANATED, quando se deparou com o material juntado nos autos do processo: "As ilustrações em que – tutor não assistente social – prova virtual – estágio sem supervisão – aparecem, respectivamente, em embalagens de batata fritas, sanduíche e refrigerante escarnecem do serviço e de seus consumidores." E continua sua fundamentação, afirmando que: "O conteúdo em som, reproduzido à fl. 05, e vídeos (fl. 32), têm caráter altamente pejorativo ao ensino a distância em serviço social, abusando da simples crítica à qualidade daquele método. E expõem os consumidores deste método ao ridículo, tratando-os como pessoas de pouca inteligência e discernimento."

Só mais uma coisa que precisamos deixar muito claro: longe de nós querer restringir o direito à liberdade de manifestação do pensamento e da expressão, direitos esses consagrados em nossa Constituição Federal! Apenas temos que lembrar que o mesmo dispositivo legal assegura o direito de resposta proporcional ao agravo e a indenização por dano material, moral ou à imagem (artigo 5º, IV, V e IX). Assim, como bem pontua o juiz em sua decisão, “a Constituição Federal reprime os abusos da liberdade da manifestação do pensamento ou de expressão da atividade de comunicação, da qual a propaganda comercial é espécie”.

Ao finalizar, queremos deixar uma mensagem de apoio aos nossos tutores, os quais são verdadeiros heróis, pelos quais passaram por momentos difíceis diante da veiculação desta campanha. Com trabalho sério e comprometimento os resultados aparecem. E o que dizer então para os nossos alunos, que injustamente se depararam com esta situação embaraçosa, de modo desrespeitoso e desnecessário? Sobre este assunto, veja o que consta no site da Associação Brasileira dos Estudantes de EAD (ABE-EAD): "Em Porto Velho, muitos alunos estão sendo rejeitados para o estágio supervisionado. Ou seja, mesmo o curso estando totalmente legalizado junto ao Ministério da Educação – MEC, alunos EAD sofrem com o boicote por parte de alguns profissionais, se é que podemos chamar essas pessoas de profissionais". Sem palavras...  Portanto, neste momento pedimos o seu apoio e que sejamos todos uníssonos em defesa da educação a distância, com qualidade e sem discriminação.

Você que acompanha a ANATED continue seguindo o nosso BLOG. Estaremos atualizando você na frente dos demais veículos de comunicação. Aproveite e poste o seu comentário.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Seleção de tutores bolsistas EMEJA

PROJETO DE ENSINO MÉDIO EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS  (EMEJA) - FAETEC/CECIERJ


A Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CECIERJ) está realizando a seleção de 72 tutores bolsistas, sendo seis por disciplina, no período de 20 a 31 de julho. Este projeto será aplicado em oito Unidades de Ensino da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro (FAETEC), os Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs).
O projeto visa uma nova metodologia para o EMEJA a distância, com tutores para atendimento presencial e on-line de alunos e está sendo desenvolvida numa parceria entre a FAETEC e a Fundação CECIERJ, ambas vinculadas à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (SECT).  E se destina prioritariamente a jovens e adultos que estão fazendo cursos de qualificação profissional nos Cvts, tem mais de 18 anos e não concluíram sua escolarização em nível médio. Ela Integra estratégias e recursos da Educação a Distância a momentos presenciais e práticas pedagógicas nos espaços escolares.
Outras informações podem ser obtidas no Edital de Seleção de Bolsistas Tutores disponibilizados na página da Fundação CECIERJ, http://www.cederj.edu.br .

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Em defesa do ensino a distância

Embora contraditórios e um tanto polêmicos, os cursos a distância existem há muito tempo; historiadores afirmam que a Grécia e a Roma antigas já ensinavam por correspondência. No Brasil, esse tipo de ensino se fortaleceu a partir de 1930, com o surgimento do Serviço de Radiodifusão Educativa do MEC, cujas aulas eram transmitidas via rádio, acompanhadas por material impresso.

Em 1965 foi criada a TV Educativa, e em 1980 o Telecurso 1º e 2º. graus; este último responsável pela formação de mais de 4 milhões de brasileiros.

A partir de 1960 e 1970, o ensino a distância no País e no mundo manteve os materiais impressos como base e incorporou o áudio, o videocassete, as transmissões de rádio e TV, o videotexto, o computador, e atualmente a tecnologia de multimeios.

Em termos de uso dos meios tecnológicos, o ensino a distância está um passo a frente do ensino presencial.
No final da década de 1990, os cursos a distância no Brasil foram regulamentados por decreto presidencial, e assistimos a uma grande proliferação desses cursos principalmente no Ensino Superior, oferecidos tanto por instituições públicas quanto por instituições privadas.
Os cursos superiores poderão ainda ofertar até 20% de sua grade curricular na modalidade a distância, o que é um avanço significativo e um ganho para os estudantes, que poderão aliar a interatividade tecnológica ao ensino e aprendizagem.

Em Maringá, diversas faculdades particulares oferecem esse tipo de ensino, na graduação e pós-graduação. Destacamos a Universidade Estadual de Maringá, instituição pública estadual pioneira nessa modalidade de ensino, que oferta cursos de graduação a distância, cujo ingresso ocorre por meio de vestibular, além de diversos cursos de pós-graduação.

Essa modalidade de ensino, tanto na UEM quanto nas demais instituições particulares, é caracterizada pela comunicação de múltiplas vias, uma modalidade alternativa para superar as barreiras de tempo e espaço, e seus referenciais, preconizados pela Unesco, englobam os quatro pilares da Educação do Século XXI, válidos também para o ensino presencial: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser.

Não podemos afirmar que essa modalidade não atinge seus propósitos educacionais como o ensino presencial, já que as prerrogativas preconizadas para ambas as modalidades são as mesmas.
A principal característica do ensino a distância, seja no Ensino Básico, no Profissionalizante, no Ensino Superior ou na Pós-Graduação, é que o aprendiz não fica preso fisicamente em um ambiente formal de ensino-aprendizagem, possibilitando-lhe realizar um autoestudo em tempo diferenciado, o que exige, todavia, muita disciplina e empenho pessoal.

O professor, por sua vez, atua como mediador dos conhecimentos, exigindo uma nova postura diante do ensino. Essa distância física entre aluno e professor seria o fator que, para alguns, tornaria essa modalidade de ensino menos conceituada que a presencial.

Não obstante, o ensino a distância sempre esteve presente na divulgação dos conhecimentos formais ao homem, e os novos avanços tecnológicos atuais permitem a essa modalidade de ensino maior interatividade com as pessoas, constituindo-se em uma alternativa para quem não teve acesso ao ensino presencial, formal.
Frisamos que esse tipo de ensino não é melhor nem pior que o ensino presencial, em que o aluno está fisicamente presente: quem determina o aprendizado, independentemente da modalidade, se presencial, semipresencial ou a distância, é o aluno, por meio de esforço, dedicação, empenho, e especificamente no caso do EAD, autonomia e muita autodisciplina.

Em outras palavras, quem determina se o ensino e a aprendizagem serão eficientes, em que modalidade estes ocorrerem, são os mediadores desse ensino, as instituições formadoras, os docentes ou instrutores, e particularmente, os aprendizes.


Annie Rose dos Santos
Docente do Departamento de Letras da UEM e doutoranda em Estudos da Linguagem pela UE L